30 de out de 2012

O QUE NÃO MATA, ENGORDA!


Nada como começar o rumo da prosa falando sobre algo que muito nos agrada uns nem tanto outros bastante, comida, alimentos, pois bem, nada como comer uma dieta balanceada com proteínas, carboidratos, vitaminas e quem sabe alguns produtos químicos como tempero principal? Se formos puxar pela gênese dos primeiros “agrotóxicos” no mundo, isso vem a datar de mais ou menos 1000 a.c., pois é, nesta época já se usava de alguns produtos químicos no tratamento de algumas sementes, o uso do arsênico de certa forma na antiguidade fora muito comum nas agriculturas locais, obviamente, o uso de fato de agrotóxicos em grande escala se deu por volta do séc. XIX, quando os irlandeses sentiram a necessidade de aumentar sua produção de batatas, importando o produto do Peru, porém, esse produto veio com uma infestação de um fungo Phythophthora infestansque pra ser mais exato, com isso a Irlanda passou à ter um sério problema de contaminação por fungos no seu solo, impossibilitando o plantio usual da batata, a Europa passou a investir maciçamente nas pesquisas contra possíveis pragas que viessem a atacar suas plantações e prejudicar a economia agrária. Foi dada a largada para a criação de agrotóxicos e também para engenhar maneiras de aumentar a produtividade como um todo, tanto no sentido das plantas, como também, para criação animal para o consumo, as aberrações são das maiores possíveis, o que a indústria do capital é capaz de fazer para obter um aumento de produção e por consequência um lucro em menor tempo é estarrecedor. O que se joga como a problemática da questão, justamente, é quem paga por isso, ou seja, quem compra veneno em latinha, quem introduz no corpo quantidades inimagináveis de agrotóxicos e defensivos agrícolas, afinal, porque atualmente se investe na nova agricultura, a agricultura orgânica, e esta por si só saí bem mais cara pra nós consumidores. Quem nunca disse, o que não mata, engorda? Engordamos mesmo, perdemos em saúde, alimentamos gerações a fio produtos químicos sabe-se lá quais são que entram na corrente sanguínea e provocam inúmeras doenças, desregulam o metabolismo, no final quem perde em condição de vida naturalmente morre mais cedo.

Referência

http://agronomiacomgismonti.blogspot.com.br/2009/04/agrotoxicos-um-pouco-de-historia.html

http://www.ppgcsoc.ufma.br/index.php?option=com_content&view=article&id=380&catid=74&Itemid=114 

Autora: Adriele da Rosa Krüger

Um comentário:

  1. Parabéns, seu texto está interessante, precisando apenas uma pequena revisão de português. Na próxima semana, procure postar até segunda!

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