28 de out. de 2012

A Revolução Verde e a introdução dos agrotóxicos.


      O uso dos agrotóxicos no Brasil e no mundo começou a ser intensificado a partir das décadas de 60 e 70, com a chamada revolução verde. A revolução verde foi um processo de mudança da política agrícola no país implementado a partir da segunda guerra mundial. Esse nome é derivado de grandes evoluções tecnológicas que favoreceram a mecanização e modernização de todo o processo produtivo agrícola, além dos implementos, foi implantado no campo uma série de técnicas de cultivo. Utilização de insumos como defensivos, fertilizantes entre outros, sem contar o surgimento de plantas modificadas geneticamente imune de pragas e adaptadas aos mais distintos climas do mundo.

Com o avanço da transgenia e dos agrotóxicos, os trabalhadores rurais se viam expulsos de seus territórios para ir engrossar as zonas de pobreza das grandes cidades, e muitos se endividaram devido a empréstimos bancários solicitados para a mecanização das atividades agrícolas, tendo como única forma de pagamento da dívida a venda da propriedade para outros produtores.


Os que permaneciam no campo se viam permanentemente agredidos pelos riscos que se envolviam por ter de lidar com esses tóxicos ou ser literalmente fumigados em suas moradias pelas fumigações aéreas massivas que abrangem milhões de hectares.


A revolução surgiu com a justificativa de intensificar a oferta de alimentos e ser a única maneira eficiente de resolver o problema da fome mundial. Porém, calcula-se que no mundo contemporâneo cerca de 2 bilhões de pessoas enfrentam diariamente o desprovimento total ou parcial de alimentos, o último corresponde àquelas pessoas que não ingerem a quantidade mínima de calorias diárias de 2.500 (calorias). 

Esse problema é conseqüência do “desvio” da produção, ou seja, os alimentos produzidos em países subdesenvolvidos não atendem, em muitos casos, o mercado interno e sim o mercado externo, direcionando para países desenvolvidos. A produção dos alimentos nos países em desenvolvimento é destinada, principalmente, a países ricos industrializados, como Estados Unidos, Japão e Países da União Europeia. Isso acontece porque o modelo de agricultura brasileiro não está voltado para a produção de alimentos, e sim para o agronegócio. Outro fator determinante é a produção de grãos usados para alimentar animais. 

Atualmente, o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. Quase toda a tecnologia que surgiu na revolução verde, desde as máquinas aos agrotóxicos, foi proveniente de adaptações de pesquisas e equipamentos utilizados na guerra.
A produção e a comercialização dos agrovenenos no Brasil e no mundo se concentra na mão de seis grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado de venenos. São elas: Monsanto, Syngenta, Bayer, Dupont, Dow e Basf.

As culturas que mais utilizam agrotóxicos no país são justamente aquelas produzidas no modelo do agronegócio, cultivadas em grandes áreas de monocultivo e voltadas para a exportação, como é o caso da soja, que é responsável por 51% do volume total de agrotóxicos comercializados no país.

Além de controlar a fabricação dos agrotóxicos, essas empresas também controlam a produção e comercialização de sementes, gerando um ciclo vicioso de consumo. Desse modo, o agricultor que passa a utilizar essas sementes transgênicas e venenos, será sempre dependente dessas empresas.

Mas podemos manter a agricultura sem a utilização de agrotóxicos, e o segredo é: desmantelar o poder que as corporações adquiriram para recuperar o controle dos povos sobre a agricultura e a alimentação. Difícil sim impossível não. Além de termos a chance de consumir alimentos mais saudáveis, termos vidas mais saudáveis, e um planeta mais saudável.



Aqui vocês podem conferir um pouco mais, vale a pena:

O mundo Segundo a Monsanto
http://www.youtube.com/watch?v=gkQN5gopWSU
O veneno está na mesa + Agrotóxico uma cultura de morte


Referências: 
MUNDO EDUCAÇÃO. Revolução verde e a fome. Disponível em:<http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/revolucao-verde-fome.htm>. Acesso em: 27 out. 2012. 

MPA CONTRA AGROTÓXICOS. Agrotóxicos no Brasil. Disponível em:<http://mpacontraagrotoxicos.wordpress.com/agrotoxicos-no-brasil/>. Acesso em: 27 out. 2012.

Elisa Araujo Camelo

27 de out. de 2012

Conflitos Ambientais: o caso de Eldorado dos Carajás

Um Pouco do Contexto Histórico...

Atualmente, vivemos um processo de transformação que vem sendo caracterizado como um indicativo de uma "nova civilização", baseada em novos modelos e padrões de acumulação. Deléage (1997) afirma que com o processo de industrialização no século XX, sobretudo após o término da Segunda Guerra Mundial, as relações entre o homem e a biosfera, a poluição e a degradação do meio ambiente se tornaram um fato de civilização que adquiriu dimensões planetárias.

Uma característica importante desse processo é a crise ambiental que surge a partir de 1960, a qual demanda de uma necessidade de novos padrões de relacionamento com a natureza e seus recursos; ela repercute nos etilos de vida e consumo, na ética e na cultura, na dinâmica política e social e na organização do espaço em escala mundial.
A década de 1980 também representa um importante marco histórico e simbólico para as lutas ambientais. Após a morte de Chico Mendes no ano de 1988, as ideias de de "uso sustentável da natureza" e da existência dos "povos da floresta" se consolidaram; indígenas, ribeirinhos, seringueiros e outros grupos tradicionais se tornaram protagonistas do "desenvolvimento sustentável", que acabou ganhando reconhecimento internacional na II Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro no ano de 1992.
 Para Leff (2006), a crise ambiental não se constitui necessariamente, em uma catástrofe ecológica, mas nas mudanças do pensamento com o qual temos construído e destruído o mundo globalizado e nossos próprios modos de vida.

Esses conflitos ambientais ocorrem há um bom tempo, e sempre continuarão ocorrendo, um importante marco que será trabalhado a seguir é o Movimentos dos Carajás que aconteceu no Estado do Pará, que faz parte da nossa chamada "Amazônia".

Os Carajás...

O massacre dos Carajás ocorreu em 17 de abril de 1996 no município de Eldorado dos Carajás na no Estado do Pará; 19 sem-terras foram mortos por policiais militares. Este confronto ocorrei quando aproximadamente 1500 sem-terras que viviam nessa região decidiram fazer uma marcha na BR-155 (rodovia que liga Belém ao Sul do Estado) em protesto contra a demora da desapropriação de terras, principalmente as de Fazenda Macaxeira.
Para retirar os sem-terras do local, os militares foram autorizados a usar qualquer tipo de força que fosse necessária, com isso, eles chegaram ao local jogando bombas de gás lacrimogênio; após isso a violência foi maior. Segundo legistas, 10 sem-terras foram executados a queima roupa e 9 foram mortos por instrumentos cortantes.
Em 19 de abril de 1996, o então presidente da época Fernando Henrique Cardoso determinou a prisão imediata dos responsáveis pelo massacre. Os 155 policias foram indiciados e acusados por homicídios, todavia permaneceram impunes. Somente em maio deste ano, que o coronel Mário Colares Pantoja e o major José Maria Pereira de Oliveira foram presos, condenados a 158 anos de reclusão pelo massacre, recorreram e estão soltos até hoje.

Monumento em Homenagem aos Carajás
Podemos observar que estes conflitos ambientais, seja por terras como o Movimento dos Carajás ou outros, como os conflitos contra a Hidrelétrica de Belo Monte, nunca deixarão de existir. Isso são marcas que existem em toda a parte, porém no Brasil aparece com uma densidade significativa. O que realmente importa é que a "consciência" seja tomada e ocorra um acordo de ambas as partes para tentar amenizar esses "conflitos ambientais", buscando a solução desses impasses, tentando não prejudicar as partes envolvidas.





Referências

Conflitos Ambientais. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/estudo-mapeia-conflitos-ambientais-brasil-553401.shtml. Acesso em: 27 de out de 2012.

Conflitos Territoriais na Amazônia Brasileira. Disponível em: http://www.alasru.org/wp-content/uploads/2011/07/GT7-Jodival-Mauricio-da-Costa.pdf. Acesso em: 27 de out de 2012.

Massacre dos Carajás. Disponível em: http://www.mst.org.br/especiais/27. Acesso em: 27 de out de 2012.


POSTADO POR: Daniélli Flores Dias





25 de out. de 2012

Estamos evoluindo?


A primeira reunião ambiental da ONU ocorreu em Estocolmo em 1972,no mês de junho,definindo no dia 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente. Seu principal objetivo foi a conscientização e preocupação com os problemas ambientais no mundo.
Neste momento os países desenvolvidos e em desenvolvimento discutem a sobre a politica ambiental mundial devido a ações agressivas ao ambiente natural e a atividade homem como parte integrante da natureza, e não superior a esta. Resultando assim a busca de soluções aos problemas ambientais encontrados devido ao progresso consumista.
A partir de Estocolmo surgiram outras conferencias ambientais referentes ao desenvolvimento socioambiental e suas necessidades,prevendo uso consciente dos bens naturais e uso das futuras gerações.
Entre 1983 à 1986, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento após 1972,avalia as propostas anteriores e percebe-se um desequilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e os padrões de produção da época,gerando assim questões ambientais e sociais.
A Cúpula da Terra/Rio 92 contam com a inclusão de Ong's nas negociações internacionais do meio ambiente,além de propostas para a preservação da vida na Terra,com os seguintes documentos: Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento;Agenda 21;Administração Sustentável das Florestas;Convenção da Biodiversidade;Convenção sobre mudanças climáticas.
Cinco anos mais tarde,no Japão,o Protocolo de Kyoto,propõe sobre a redução de gases do efeito estufa que promove o aquecimento global. Em 2005,esse protocolo entra em vigor,sem adesão dos EUA,principal causador de emissão destes gases.
A Rio +10,confirmou com o Plano de Implementação assinado pelos responsáveis através dos resultados da Rio 92 mais outros objetivos que nesta edição foram alcançados,além da Declaração politica que reafirmou o compromisso dos países no desenvolvimento sustentável.
As promessas futuras que ocorreram na Rio +20, deixou a desejar, assim como outras conferencias,como a COP,que definiu o Protocolo de Kyoto e nos anos 2000 diminuiu sua influencia e presenças importantes para discussões de novos acordos sobre . Em junho de 2012 foi identificado a pobreza como maior desafio a ser combatido e futuros investimentos na área de transporte,economia verde e energia entre outros.
“A idade da pedra não terminou por falta de pedra”,o futuramente até quando ocorrerá?

Postado por: Julia Rios.

24 de out. de 2012

Bla bla Rio +20 bla bla


Rio +20



Durante o mês de junho de 2012, Brasil foi a sede da Conferência das Nações Unidades sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD), Rio +20. A proposta da conferência tem como meta principal gerar um debate sobre o curso que o nosso mundo anda na perspectiva da sustentabilidade.

A ONU definiu dois temas principais; 

- O primeiro tema: A transição para uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.
Que busca através da economia verde, um bem-estar humano e igualdade social, ao mesmo tempo sem causar danos ao meio ambiente. Que tem como base três aspectos; não uso intenso do carbono, eficiente no uso dos recursos naturais e socialmente inclusiva.

Hoje o uso do termo Economia Verde acabou sendo banalizado, se tornou um objeto lucrativo no marketing. S desviou do verdadeiro propósito, empresas se usam do termo para aumentar vendas com uma falsa ideologia ambientalista.

O segundo tema: O quadro institucional (instrumentos de governança) para o desenvolvimento sustentável.

Gerar uma discussão entre os governos e a ONU em escala local e global, métodos de como implantar uma economia e sociedade sustentável.

Se espera da Rio +20, uma conscientização entre países, governo, e que busquem em conjunto uma economia sustentável. Como principal objetivo a criação de um documento de cunho politico, que seria assinado por representastes de cada país. Esse documento teria os temas abordados na conferência, objetivos, propostas, porém, és sem caráter legal no judiciário. O que nos leva a conclusão, quê, tudo que será discutido, politicas econômicas, acordos, projetos que visam uma relação não exploratório do meio ambiente etc. os países que não cumprirem com os ideias da conferencia, não irão sofrer nenhum tipo de penalidade.
Levando-nos a um blabla teórico e sem imediata ação prática, que és o que se busca com a conferência, a tornando apenas mais uma imagem superficialmente bonita e vazia.




Nome: Gustavo Herrmann

23 de out. de 2012


Rio + 20??
No Rio de Janeiro entre os dias 13 a 22 de junho de 2012 aconteceu a conferencia das nações unidas sobre o desenvolvimento (Rio +20). Marcando o aniversario de 20 anos das conferencias das nações unidas sobre meio ambiente e o desenvolvimento que foi em 1992 no Rio de Janeiro, conhecido como Rio 92, também marca os 10 anos da Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, que ocorreu em Johanesburgo, África do Sul em 2002
O que é a Rio+20

Rio+20 é o nome da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Participaram líderes dos 193 países que fazem parte da ONU.

Objetivo
Principalmente renovar e reafirmar a participação dos líderes dos países com relação ao desenvolvimento sustentável no planeta Terra. Foi, portanto, uma segunda etapa da Cúpula da Terra (ECO-92) que ocorreu há 20 anos na cidade do Rio de Janeiro.
                                                                               
Principais temas que foram debatidos:
·         Balanço do que foi feito nos últimos 20 anos em relação ao meio ambiente;
·         A importância e os processos da Economia Verde;
·         Ações para garantir o desenvolvimento sustentável do planeta;
·         Maneiras de eliminar a pobreza;
·         A governança internacional no campo do desenvolvimento sustentável.
Resultados da Rio+20
Infelizmente o resultado da Rio+20 não foi o esperado? Os impasses, principalmente entre os interesses dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, acabaram por frustrar as expectativas para o desenvolvimento sustentável do planeta. O documento final apresenta várias intenções e joga para os próximos anos a definição de medidas práticas para garantir a proteção do meio ambiente. Muitos analistas disseram que a crise econômica mundial, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, prejudicou as negociações e tomadas de decisões práticas. Será?


 Postado por: Ismael Luiz Hoppe

22 de out. de 2012

Falar, Pensar e Fazer!


Nos últimos anos países vem discutindo medidas de preservar o meio ambiente, e consequentemente fazendo suas economias aumentarem cada vez mais. Desde a Conferência de Estocolmo em 1972 quando os países discutiam o possível fim dos recursos naturais, ao último encontro na Rio + 20 no mês de junho (teve a presença de 193 países,  com o desafio de fecharem acordos sobre o tema “ desenvolvimento sustentável”), nota-se que muito se fala e pouco se faz. Percebe-se que os “ricos” querem que os “pobres” preservem o meio ambiente, diminuem as emissões de gases, conservação dos rios e lagos, florestas e etc, sendo que os mesmos não fazem o que também lhes é devido. Por exemplo, a água limpa que chega em nossas casas, na maioria das vezes ocupamo-la, e quando já utilizamos, jogamos ela sujas nos ralos de pias ou nas redes de esgotos e achamos que ali se termina o ciclo. Na verdade, ela vai parar nos rios que abastecem outras cidades em sua jusante, estando poluída com resíduos que nela largamos e que afetam animais presentes nas drenagens, ou seja, tem que se pensar em todo o ciclo da água, deste a estação de tratamento à chegada aos rios.
Hoje os países visam o crescimento de suas economias, por exemplo, através do setor industrial (produção à consumo), e esquecem para onde vão os lixos resultantes do consumo desordenado da população. É uma pena que, os líderes mundiais não encontraram ainda uma forma de recuperar a natureza sem deixar de avançar economicamente.  Não se pode apenas pensar e falar em desenvolvimento sustentável, e sim procurar colocar em prática esse “poder” de agredir menos o meio ambiente. Mas nós cidadãos, devemos fazer a nossa parte, cuidar de nossos atos diariamente, pois com certeza o lixo jogado nos rios; meios de transportes utilizados; a água correndo na pia durante a escovação dos dentes e o banho, terá consequências não só em nossas vidas, mas sim no meio ambiente.

Postado por: Vinicius Silveira dos Santos

Política Ambiental: de fato se efetiva?


Durante séculos, o desenvolvimento econômico decorrente da Revolução Industrial impediu que os problemas ambientais fossem considerados. O meio ambiente era predominantemente visto como acessório do desenvolvimento, e não como parte intrínseca dele. A poluição e os impactos ambientais do desenvolvimento desordenado eram visíveis, mas os benefícios proporcionados pelo progresso os justificavam como um “mal necessário”, algo com que      deveríamos     de        nos      resignar.

Porém aos poucos começaram a surgir novas visões críticas do consumo dos recursos naturais e o que estamos fazendo com eles. No caso do Brasil, a política ambiental nasceu e se desenvolveu nos últimos quarenta anos como resultados da ação de movimentos sociais locais e de pressões vindas de fora do país. Do pós-guerra até 1972, não havia propriamente uma política ambiental, mas sim, políticas que acabaram resultando   em       uma.
 

Então em 1972, foi realizada a Conferência de Estocolmo na Suécia,
 113 países, mais de 400 instituições governamentais e não-governamentais, participaram sendo responsáveis pelo primeiro debate mundial sobre os alertas da sociedade científica quanto aos graves problemas futuros devido a grande interferência humana       no      meio  ambiente.


O modelo da política ambiental brasileira elaborada a partir da Conferência de Estocolmo tinha como pilares: 

*o controle da poluição;
* a criação de unidades de conservação da natureza;
 
* o crescimento populacional e o;
* saneamento básico.


Novos temas de política ambiental foram assim redefinidos no mundo e a necessidade de um novo pacto entre as nações geraram novas conferências internacionais. A Eco-92, realizada no Rio de Janeiro. Em 2002, foi realizada em Johanesburgo, África do Sul, a Conferência Ambiental Rio +10. E este ano a Rio +20, também na cidade do Rio        de        Janeiro.



No entanto muito pouco se vê concretizado das mudanças e propostas destas conferências. Muito se discute, porém muito pouco efetivamente se concretiza, para uma real nova política ambiental. Aquela que deveria incorporar as diversas dimensões da vida humana em sociedade.

A adoção da perspectiva ambiental significa reconhecer que todos os processos de ajuste setorial e de crescimento estão condicionados pelo entorno biofísico local, nacional e global. Deve, portanto, ser combinada com outras perspectivas críticas baseadas na preocupação com os direitos humanos, e também a preocupação de cada indivíduo, como sendo parte integrante do meio e da transformação de forma positiva de nosso planeta.


Postado por: Elisa Araujo Camelo